Não precisou mais do que três meses de trabalho para que a bancária B. sentisse todo preconceito que existe dentro do banco. Negra, mulher e deficiente visual, ela reúne todos os perfis que sofrem discriminação nas instituições financeiras, de acordo com o Mapa da Diversidade, divulgado pelos bancos na semana passada.

B. foi contratada por uma instituição financeira dentro da cota para deficientes exigida pela lei. Logo nos primeiros dias de trabalho, ela sentia os olhares atravessados e a cara fechada das pessoas, principalmente no elevador. Uma gestora que trabalha no seu departamento nem a cumprimentava, mesmo após os insistentes “olás” de B. Daí para as piadinhas racistas foi um passo.

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