grafico que mostra que 90% das mulheres gostariam de ter acesso ao teste da zika. durante a gravidez

O zika vírus ganhou relevância no debate público e em fevereiro foi considerado uma emergência global pela Organização Mundial da Saúde, em função da associação entre a presença do vírus em gestantes e a síndrome congênita em recém-nascidos, cuja manifestação mais evidente em um primeiro momento era a microcefalia.

Embora as mulheres estejam no centro da epidemia de zika, suas demandas e direitos estão fora do foco principal do debate público. Ante essa lacuna e a urgência na garantia de direitos, o Instituto Patrícia Galvão realizou duas pesquisas de opinião – uma qualitativa e outra quantitativa – para mapear como as mulheres grávidas têm lidado com o vírus zika, buscando trazer suas perspectivas para o centro da discussão sobre as políticas públicas de saúde, planejamento familiar e saneamento básico.

A pesquisa quantitativa, realizada em julho pelo Instituto Patrícia Galvão, em parceria com o aplicativo BabyCenter e o instituto de pesquisa Locomotiva, obteve respostas de 3.155 usuárias que se encontravam grávidas ao responder o questionário. O projeto contou com apoio da ONU Mulheres e da Fundação Ford.

Lançada no dia 02 de agosto, na Fiocruz, no Rio de Janeiro (RJ), as pesquisas repercutiram na imprensa brasileira e trouxeram a voz das mulheres neste momento de emergência pública de saúde no Brasil e no mundo.

Acesse a pesquisa: http://agenciapatriciagalvao.org.br/wp-content/uploads/2016/08/Apresentacao-zika_Final.pdf