Uma pessoa toca guitarra enquanto os demais assistem.
Na sala comum, detentos têm acesso a livros, música e arte (Foto: Luiza Carneiro/G1)

Do Portal G1 RS

Na galeria E1 do Presídio Central de Porto Alegre, um projeto social tenta ajudar detentos na busca pela liberdade. Não das celas, mas das drogas. Todas as sextas-feiras, um grupo de 48 homens se encontra com a advogada Carmela Grüne, de 32 anos, e realiza atividades culturais que incluem até uma oficina de cinema. Eles são dependentes químicos em tratamento e finalizam o roteiro de um curta-metragem a ser rodado dentro da casa a partir de um financiamento coletivo.

Considerado o maior sistema de detenção do Rio Grande do Sul, o presídio abriga atualmente 4.378 detentos, embora a capacidade máxima seja de 2.069. De acordo com a Superintendência dos Serviços Penitenciários do RS (Susepe), cerca de 60% dos presos do local são por tráfico de drogas. Apesar de não receber a classificação de penitenciária por ser, teoricamente, um local para presos provisórios, há condenados cumprindo pena nas celas.

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