Não aceite corrupção, captura do site, visiste www.nãoaceitocorrupção.com.br

Na última quinta, 31/5, o Movimento do Ministério Público Democrático (MPD) lançou a campanha “Não Aceito Corrupção”, visando promover importante reflexão sobre os efeitos devastadores da corrupção no Brasil. O MPD conta com apoio da agência Flag, O2 Filmes, Jukebox, Rede Globo e Grupo Folha, entre outros parceiros.

Assista aos vídeos da campanha:
Bebê

Mãos

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Leia notícia sobre a Campanha “Não Aceito Corrupção” na Folha Online http://www1.folha.uol.com.br/poder/1098203-promotores-e-procuradores-lancam-campanha-de-combate-a-corrupcao.shtml/

Presente no lançamento, o procurador-Geral de Justiça do Estado de São Paulo, Márcio Fernando Elias Rosa, disse que a corrupção não é um problema contemporâneo e terá sempre de ser uma preocupação permanente da sociedade. “A corrupção se opõem aos ideais da República e da democracia, ideais que organizam o estado brasileiro e que são fundamentais para que a sociedade possa se revelar de fato justa, livre e solidária”, afirmou.

Para atingir os objetivos propostos, foram produzidos dois filmes extremamente impactantes. Idealizados pela agência Flag e produzidos pela O2 Filmes, com direção de Quico Meirelles, os filmes têm produção de som da Jukebox e locução de Ferreira Martins e estão sendo veiculados desde 3 de junho na TV Globo, além de cinemas em todo o país.

Todos os envolvidos na campanha abriram mão de qualquer ganho ou contrapartida, tendo em vista a natureza da iniciativa. Segundo Fernando Meirelles, da O2, por volta de 60 pessoas fizeram parte da produção da campanha.

Roberto Livianu, promotor de Justiça e vice-presidente do MPD, destaca que “a campanha do MPD quer chamar cada brasileiro à sua responsabilidade para com seu país em relação à devastação social que a corrupção produz e que, se nada fizermos, continuará a produzir para as próximas gerações”.

Segundo Augusto Diegues, diretor da Flag Comunicação, “o maior desafio de campanhas como esta é ativar a capacidade de indignação das pessoas, anestesiada pelo aparente tom de normalidade que o tema acabou conquistando depois de décadas de escândalos. Nosso trabalho buscou tangibilizar para a sociedade, de modo simples e direto, o verdadeiro desastre causado por esta prática”.

A criação da campanha é de Tomás Tolosa e Patrícia Cassanello, com direção de criação de Álvaro Maestri e Augusto Diegues, da Flag. A campanha conta ainda com peças para mídia aeroportuária, anúncios em jornal, spots de rádio (veiculados nas rádios CBN e Jovem Pan) e internet (portais Terra e UOL).