CONVENÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE OS DIREITOS DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS

Texto importante, compilado por Inclusion International, sediada em Londres, Inglaterra, sobre as famílias que têm um filho com deficiência intelectual

www.inclusion-international.org

traduzido do inglês e digitado em S.Paulo por Maria Amélia Vampré Xavier, da Rede de Informações Área Deficiências Secretaria Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social de S.Paulo, Fenapaes, Brasília(Diretoria para Assuntos Internacionais), Rebrates, SP., Carpe Diem, SP, Sorri Brasil, SP, Inclusion InterAmericana e Inclusion International, em 29 de agosto, 2008

A família como uma das grandes instituições que servem de base para a harmonia dos intercâmbios sociais, da conservação e também modificação de regras e costumes essenciais a todos os seres humanos, vem sendo alvo de muita pesquisa, não só aqui no Brasil, mas em todo o mundo, pois é desse núcleo central das relações humanas que se expandem os costumes e regras que afetam toda a sociedade.

Se a família atual apresenta riscos e perigos, e sua constituição é muito variada o que não acontecia há 50 anos quando éramos jovens, a família da pessoa com deficiência intelectual vem sendo estudada com afinco em outros países e, recentemente, em São Paulo, grupos de pais e profissionais brasileiros têm se reunido regularmente para pesquisar a qualidade de vida das pessoas com deficiência intelectual nos anos mais adiantados, com problemas de saúde frequentemente acentuados. E nós perguntamoss sempre, parodiando Inclusion International: nossas famílias, que precisam estar saudáveis e serem fortalecidas de todas as formas para dar atendimento aos filhos, quem pensa realmente nelas? E, entretanto, são elas a fonte essencial de energia para o enfrentamento de problemas diários, não podemos esquecer isso.

O que nos diz Inclusion International sobre as famílias:

Inclusion International acredita que as famílias exercem um papel crítico na promoção de direitos humanos e a inclusão de pessoas com deficiência intelectual e que as famílias precisam ter apoios para cumprir esse papel.

O Preâmbulo à Convenção reconhece o papel das famílias:

“ Convencidos de que a família é a unidade grupal natural e fundamental da sociedade e tem direito a receber proteção tanto da sociedade como do estado, e que pessoas com deficiências e os membros de suas famílias devem receber a proteção e a assistência necessárias para capacitar as famílias a contribuir para a plena e igualitária fruição dos direitos das pessoas com deficiências.

Traduzido do inglês e digitado em S. Paulo por Maria Amélia Vampré Xavier, da Rede de Informações Área Deficiências Secretaria Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social de São Paulo, Fenapaes, Brasília (Diretoria para Assuntos Internacionais) e entidades parceiras em 29 de agosto de 2008.