4 pares de mãos segurando um globo terrestre branco e azul por baixo.
4 pares de mãos segurando um globo terrestre branco e azul por baixo.

STELLA CAMLOT REICHER *

Apesar de considerado uma das sete maiores economias mundiais e ocupar posição de destaque no cenário internacional, o Brasil ainda é uma das nações com maior nível de desigualdade social do planeta. Segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), 10 milhões de pessoas vivem hoje com menos de U$ 1 por dia.

Nesse cenário de disparidades, ressalvada a obrigação do governo de adotar e implementar políticas públicas que permitam mudanças sociais, às organizações não governamentais, parceiras do Estado na execução de iniciativas de interesse público, cabe papel de destaque na transformação dessa realidade pela complementaridade e criatividade que lhes são peculiares.

Ocorre que no Brasil o financiamento das atividades das organizações não governamentais é tema de preocupação, já que sem reservas financeiras asseguradas a longo prazo, muitas dessas organizações dependem de apoio externo. Nos últimos anos, o chamado terceiro setor brasileiro tem se deparado de forma crescente com a escassez de fontes de financiamento estrangeiras.

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http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/colunas/923313-a-busca-por-fontes-alternativas-de-financiamento-uma-questao-de-sustentabilidade.shtml