Colocar, em um ano, cerca de seis mil alunos com deficiência em classes regulares é a meta da prefeitura para fazer valer o conceito da educação inclusiva na rede municipal. Atualmente, esses estudantes estão separados em 759 turmas em dez escolas especiais. Apenas três mil dividem as salas de aula com colegas do ensino regular. Para promover a mudança, a Secretaria de Educação implantará medidas, como a contratação de intérpretes de linguagem de sinais (libras) e a compra de laptops para auxiliar no aprendizado das crianças.

Claudia Grabois, diretora do Instituto Helena Antipoff – órgão da Secretaria municipal de Educação responsável pela política de atendimento de estudantes com deficiência -, admite que a meta representa uma mudança, que poderá gerar resistências.

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